Aumento no preço de eletronicos é abismante.
Em 21 de janeiro o dólar estava R$ 4,28. Em 28 de fevereiro já valia R$ 4,48. E em 16 de março ultrapassou o valor da nossa lilás, ao fechar em R$ 5,04. Hoje, esse valor já seria bom para quem quer comprar: em 24 de abril a moeda americana custava R$ 5,66. Durante a pandemia Duas altas e uma queda de preço
A equipe, então, comparou os preços de eletrônicos nesses três períodos. Em fevereiro, o preço médio dos videogames era R$ 1.546,12. Em maio, esse valor subiu para R$ 2.040,04 — caracterizando um aumento de 32% entre os períodos pré e pós quarentena.
As filmadoras também tiveram um salto grande: antes da quarentena, o preço médio registrado foi de R$ 1.840,78, valor que subiu para R$ 2.377,76 após o isolamento. Isso demonstra que a pandemia causou um aumento de 29% nos preços destes produtos.
Por outro lado, o levantamento também identificou produtos que ficaram mais baratos, como os smartwatches — que tiveram uma queda de 21,5%, passando de R$ 1.028,07 para R$ 806,71.
Outro levantamento, realizado pela Consultoria GfK, apontou que os consumidores brasileiros compraram na internet mais diferentes tipos de eletrônicos desde o começo da pandemia.
A busca por cafeteiras cresceu 86%, já a por tablets aumentou 111,6%. Por outro lado, as pessoas deixaram de trocar de celular, já que o aparelho teve uma diminuição de 41% no comércio eletrônico.
Além do comportamento diferente nesse período — que priorizou o conforto para trabalhar e o entretenimento — a desvalorização do real também bateu recorde. Em agosto, a moeda americana passou a valer mais de R$ 5,50.
Como grande parte dos eletrônicos são importados, esse desequilíbrio entre os valores afeta diretamente os produtos.
Como muita gente teve que adaptar a casa para fazer home office, a busca por notebook aumentou.
Da mesma forma que cresceu a procura por videogame e outros aparelhos voltados para o lazer.
Ainda não sabemos se dólar abaixará.
Bernardo Rosa(9ºB) e Guilherme Justino (9ºA)
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