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quinta-feira, 26 de novembro de 2020
Cuidados e higiene em época de pandemia
BRENO BOECKE
Importante lembrar de lavar as mãozinhas e evitar aglomerações :)
Uma das frases mais impactantes do livro A Peste, de Albert Camus, produzida no contexto da Segunda Guerra Mundial, é: “A estupidez insiste sempre”. Nessa obra, o autor cria o cenário de uma peste, que, associada ao avanço das ideias nazistas, matou boa parte da população. Na atualidade, o vírus Covid 19 assola o mundo, matando, também, muitas pessoas [apresentação do tema]. Semelhante à peste de Cumus, a propagação do vírus coloca em debate a importância de um projeto coletivo para a sociedade [Tese].
Primeiramente [conectivo], destaca-se que a contenção do vírus só é possível se todas as pessoas e nações assumirem compromisso com a coletividade [tópico frasal]. Nesse sentido, tal esforço se mostra como um grande desafio, uma vez que a sociedade líquida é marcada por relações individualistas e fragmentadas, como ressalta Bauman em sua sociologia. Isso pode ser observado no descumprimento da principal medida de profilaxia: distanciamento social – parte da população e até a liderança máxima do país não estão evitando aglomerações. [Fundamentação a partir de argumento de autoridade e exemplos concretos da realidade social]
Em segunda análise [conectivo], será necessário elaborar novas regras de convívio social [tópico frasal]. Na perspectiva sociológica de Émile Durkheim, podemos considerar que o avanço do coronavírus é uma anomia, porquanto contribui para a desintegração social e os mais diversos conflitos: crise econômica, desemprego, inflação, instinto de conservação da vida. Contudo, se o processo de combate aos vírus é coletivo, a sociedade precisa estabelecer atitudes de solidariedade, por se tratar de uma doença que afeta a todos, independentemente de classe social. [Fundamentação a partir do argumento de autoridade].
Portanto [conectivo], para que a realidade não imite a ficção [retomada da tese], é necessário que os indivíduos exerçam a empatia, como forma de fortalecer laços de solidariedade. Ademais, o Estado necessita ser o exemplo, procurando conscientizar a população sobre medidas de prevenção, para que os impactos possam ser minimizados e as vidas preservadas. [Fechamento com proposta de solução]
Bailarinos se reinventam para que a arte não pare durante a pandemia.
Bailarinos se reinventam para que a arte não pare durante a pandemia.
No ano de 2020, diversas pessoas foram afetadas com a pandemia, entre os prejudicados estão os artistas e pessoas que tem o dom de produzir performances que expressam seus sentimentos, e com as normas que foram estabelecidas para prevenir todos do novo coronavírus (entre eles estão usar máscara e se manter distante das pessoas), os profissionais da dança tiveram que se reinventar e produzir sua arte de forma virtual.
Durante o período de quarentena as aulas de dança foram feitas por meio da tela do computador, algumas escolas e projetos de dança também montaram maneiras interativas para que os bailarinos ativassem sua criatividade mesmo distante um do outro, como coreografias e performances criadas especialmente para contar a através da dança, a sensação que a pandemia estava causando em cada artista. E com o retorna das aulas presenciais, a arte que utiliza o corpo para ser levadas as pessoas, tem sido realizada com todos os corpos distantes por métodos de segurança.
E até mesmo durante uma pandemia, quem tem amor por sua arte, consegue impactar o mundo por meio dela. Como a bailarina Ingrid Silva, uma bailarina negra que pintava suas sapatilhas, para que ficassem em um tom mais próximo ao da sua pele, terá sua história eternizada pelo Museu Nacional de arte Africana Smithsonian, a jovem que em 2019 recebeu sua primeira sapatilha de balé no seu tom de pele, no dia 01/10/2020, revolucionou não só a história da dança como também a história da cultura negra no mundo e se tornou uma inspiração para os artistas do futuro.
COMO O TURISMO NO BRASIL FOI AFETADO PELA COVID-19
COMO O TURISMO NO BRASIL FOI AFETADO PELA COVID-19
estimativa é que prejuízos podem causar perda de 115,6 mil empregos. Somente na primeira quinzena de março, o volume de receitas do setor de turismo brasileiro caiu 16,7% em relação ao mesmo período do ano passado, o que representa uma perda equivalente a R$ 2,2 bilhões.
A estimativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, divulgada hoje no Rio de Janeiro, projeta ainda que os prejuízos já sofridos pelo setor têm potencial de reduzir até 115,6 mil empregos formais.
Segundo a CNC, as restrições impostas pelo protocolo de ação em nível global para frear o ritmo de expansão do novo coronavírus, o Covid-19, e o fechamento das fronteiras a estrangeiros em diversos países atingiram em cheio o deslocamento de passageiros no Brasil e no mundo. Apesar das medidas econômicas emergenciais adotadas no mundo, a queda no fluxo de passageiros tende a impor severas perdas ao turismo.
«O setor de comércio, serviços e turismo é o que apresenta maior potencial de impacto negativo. As atividades econômicas que o compõem dependem da circulação de mercadorias e consumidores. Em especial no turismo, afetado frontalmente pela impossibilidade de viagens, reservas e visitações, ação necessária para prevenção ao novo vírus», explicou, em nota, o presidente da CNC, José Roberto Tadros, alertando que o impacto no segmento do comércio será sentido com defasagem um pouco maior.
Recessão
O economista da confederação responsável pelo levantamento, Fabio Bentes, avalia que o setor de turismo vinha liderando o processo de recuperação econômica e tinha condições de voltar ao nível pré recessão até o fim deste ano.
«Caso a epidemia no território brasileiro siga o padrão chinês, o pico de contaminação se daria na segunda quinzena de abril. Todavia, ainda não é possível estimar como será a curva evolutiva do número total de casos no Brasil, afirmou o economista.
Para fazer o estudo, a CNC cruzou informações do Índice de Atividade do Turismo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística com dados relativos ao fluxo de passageiros em voos domésticos e internacionais, levando em conta ainda as informações sobre a demanda por voos nos países mais infectados e o número de casos registrados da doença.
O cálculo do desemprego no setor leva em conta que, historicamente, para cada queda de 10% no volume de receitas do turismo, o nível de emprego no setor é impactado em 2%. Gerente de uma agência de viagens no Riacho Fundo, Anderson Rodrigues relata que praticamente todos os clientes cancelaram as viagens devido ao aumento da contaminação de coronavírus. Isso quebrou o setor de turismo. Como conseguiremos manter uma empresa de viagens na atual situação? Não há procura. O sistema está impactado, lamenta. Segundo ele, 60% dos cancelamentos são nacionais e 40%, internacionais. Ele estima um prejuízo de R$ 200 mil para a empresa. Tivemos de recorrer a empréstimo para colocar dinheiro em caixa. Aliás, precisamos acertar as contas básicas, de água, luz, telefone e internet. Para não perdermos tanto, estamos orientando a adiarem em vez de cancelarem, disse.
O empresário Victor Hugo Freitas, 27, administra três agências de turismo: em Sobradinho,
no Riacho Fundo e na Asa Norte. Ele conta que, no início de março, apenas os voos com destino a outros países eram cancelados. Agora, os nacionais entraram na lista. A situação é crítica. Estamos vivendo um momento de pânico. Cancelamos apenas neste mês, em média, cerca de 60 a 80 pacotes, o que equivale a uma perda de quase R$ 240 mil, ressalta. A expectativa, segundo ele, é imprevisível. Não tem como saber como vamos nos manter daqui para a frente. Vamos esperar passar essa pandemia para estimar os prejuízos, explicou.
O empresário aposentado Elton Oliveira, 63, estava com as passagens compradas desde o fim de fevereiro para o Rio de Janeiro. A viagem, marcada para 10 de abril, foi cancelada devido à pandemia de coronavírus. É tradição da família viajar todos os anos nesse período. Mas, infelizmente, precisamos saber que o momento não é oportuno, e preferimos não nos expor, até porque tenho diabetes e estou no grupo de risco, contou.
Setor abalado
O vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Distrito Federal, Henrique Severien, analisa os impactos da pandemia nos serviços hoteleiros da capital. Da mesma forma que as companhias aéreas são afetadas, o nosso setor também é. Não há mais ninguém se hospedando em Brasília por causa de reunião de negócios ou de participação em eventos. Ainda há passageiros que precisam se hospedar por causa de cancelamentos de voos. Mas o cenário é quase zero, ressalta.
O presidente do Sindicato dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Brasília, Jael Silva, estima que a taxa de ocupação nos hotéis da capital seja de 10% a 15%. temos cerca de 400 estabelecimentos desse tipo na cidade, mas não tem ninguém. A preocupação, agora, é com o desemprego. Porque, em momentos de crise, os empresários demitem os funcionários. Contudo, estamos articulando estratégias para evitar a demissão em massa adiantou.
Editado por: Alan Santos Sousa
Grandes eventos esportivos tiveram de ser adiados ou cancelados com a pandemia
Especialistas apontam as tendências da nova realidade após o impacto da Covid-19
Eventos esportivos do mundo todo, sofreram os impactos da nova pandemia do corona vírus, neste ano de 2020.
Dessa forma, o atual momento é marcado por alterações e rompimentos de contratos que, invariavelmente, não têm como serem mantidos. O patrocínio é um dos pilares fundamentais do esporte e estabelece relação com o marketing de grandes marcas.
Nesse sentido, as tecnologias de comunicação, como streaming e dispositivos móveis, ganham força. Essas ferramentas deverão suprir algumas demandas que estão reprimidas e, ao mesmo tempo, contribuir para a retomada das atividades esportivas.
Entretanto, isso não representa um afastamento definitivo. É natural que, neste momento, as pessoas tenham receio de aglomerações, o que deve perdurar por algum tempo. O esporte é um fenômeno de massa capaz de atrair multidões e protagonizar os maiores espetáculos existentes na Terra.
Para o esporte brasileiro, que ainda está pensando em formas de retorno aos treinos, imaginar formas alternativas de torcer ainda parece algo distante. Mas na Dinamarca esta já é uma realidade. O campeonato nacional do país europeu optou por "levar" a torcida ao estádio através de telões instalados nas arquibancadas nos quais os jogadores veem imagens dos torcedores transmitidas por aplicativos de teleconferência.
Alunos: Ricardo Augusto Bona Barbosa & Vitório Cola Siqueira
Professor: Sandro Baiano
Série/Turma: 9° A/B
Food na pandemia
Food na Pandemia
A cozinha caseira começou a fazer mais parte do cotidiano do brasileiro na pandemia da covid-19. Simultaneamente o delivery cresceu absurdamente.
O momento no qual o mundo está passando é muito delicado, e a sociedade estava sendo imposta a ficar em casa sem poder ir aos restaurantes ou lanchonetes. Isso foi ruim para muitos, principalmente os quais não sabiamnem fritar um ovo.
Pressionados a não acabar com todo o seu dinheiro em apps de comida, muitos se arriscaram e foram preparar seu próprio alimento. As redes sociais foram ótimos parceiros neste momento, ensinando desde o básico até a culinária mais sofisticada. Cozinheiros utilizaram desse meio para contribuir com a sociedade. Além disso, diversos indivíduos se encontraram e descobriram um dom na gastronomia, e fizeram desse momento, algo construtivo e positivo.
Ao mesmo tempo, as cozinhas dos deliveries ficaram lotadas, as pessoas cansadas de fazer sua própria refeição aderiram os apps. De acordo com o Ifood, o café da manhã foi o principal responsável pelo aumento dos números de pedidos, pois o cidadão perdeu um pouco do hábito de ir até a padaria, devido ao medo de pegar o vírus.
"O que encontramos foi um aumento de consumo de alimentos frescos e in natura, como frutas, verduras, legumes e feijão, e uma estabilidade dos alimentos ultraprocessados, como chocolates e biscoitos", diz a Renata Levy, pesquisadora do núcleo e do departamento de Medicina Preventiva da USP. ", percebemos que muitos começaram a ter uma vida mais saudável ou mais caseira, provavelmente por causa de terem mais tempo de cozinhar e quererem manter uma vida saudável a fim de cuidar da saúde e da imunidade,em razão da pandemia. Entretanto não largaram a famosa besteirinha do final de semana, segundo um aplicativo de comida, no mês de agosto, foram registrados cerca de 44,6 milhões de pedidos de hamburgueres.
Portanto, percebe-se que à medida que a culinária balanceada e caseira ia crescendo o delivery e o consumo de fast food também iam. Neste momento é importante se cuidar, se preservar para não adquirir o vírus, e se adquirir, sobreviver com poucas sequelas.
COMPORTAMENTOS COMPULSIVOS NA PANDEMIA DO CORONAVÍRUS
COMPORTAMENTOS COMPULSIVOS NA PANDEMIA DO CORONAVÍRUS
Estudos comprovam aumento no comportamento compulsivo nessa quarentena, houve um aumento de 80% no Brasil de doenças compulsivas, essa porcentagem tem deixado a organização Mundial de Saúde (OMS) preocupados.
A pandemia lançou um destaque muito grande sobre os comportamentos compulsivos na intenção de lidar com a solidão, ansiedade, etc. Existem muitos tipos de compulsividades desde as mais simples até às mais graves. Compras desnecessárias, muita limpeza no mesmo ambiente, comida, álcool e cigarro são alguns dos problemas presentes na compulsão.
Essa quarentena tem sido muito complicada para muitas pessoas, várias emoções e gatilhos presentes em seu dia a dia. Esse tipo de excesso, geralmente, esconde uma sensação de falta que pode ser causada por vazio interior, estresse, ansiedade, incertezas e/ou preocupações. No cotidiano antes do isolamento social as pessoas ficavam mais ocupadas. Já no isolamento existe uma privação, o que obriga a entrar nesse lugar de vazio. As compulsões surgem como alívio para muitos.
Uma pessoa pode ter dois tipos de comportamentos, o impulsivo e compulsivo. O impulsivo é apenas um desejo de fazer tal coisa, não é uma necessidade, a pessoa consegue controlar a vontade. Já o compulsivo é o contrário, a pessoa não consegue controlar e logo em seguida sente uma grande angústia pelo acontecido.
O Brasil é o país mais ansioso de acordo com a organização Mundial de Saúde (OMS) a porcentagem é de 9,3% de pessoas que sofrem com esse tipo de problema psíquico. Teve um aumento de 80% desses comportamentos na atual situação do país. Dessa forma observamos que os pacientes com algum tipo de transtorno mental podem experimentar recaídas, além de outras complicações como aumento da ideação suicida, estresse e até falta de suas medicações. Os pacientes com TOC podem até mesmo ter delírios. Se não for adequadamente tratado, pode levar a um aumento de insônia e aumento da incidência de doenças dermatológicas.
